
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Não abandonei o Sacundin não!

domingo, 13 de junho de 2010
Daniel Salinas - Atlantis
Há algum tempo eu mencionei aqui uma coletânea de Soul e Funk lançada pela Charly Records e falei que através dela conheci vários artistas geniais. Falei de Marlena Shaw, Rotary Connection e Terry Callier. Mas dentro do repertório que o álbum me apresentou ficou faltando um som que realmente me pegou e que acabei deixando passar batido, agora venho me reparar de tal falha. Estou falando do genial Daniel Salinas.
Salinas foi um dos importantes arranjadores da turma da Jovem Guarda, e mesmo tendo assinado vários trabalhos, pouquíssimo se sabe a seu respeito. A conclusão a que cheguei com base nas pesquisas que fiz, foi a de que existe uma grande possibilidade de Daniel Salinas ser um codinome usado por Sergio Sá, que na época também usava o de "Paul Bryan", fato que justifica a presença de 5 musicas assinadas por Sá num álbum que possui 7 faixas.
Outro fato que me leva a crer nessa suposição é uma entrevista que Ronnie Von, que era o entrevistador na ocasião, da uma 'rasgada de seda' falando que Sergio era o arranjador mais disputado pela galera da Jovem Guarda. Se isso realmente procede, fazendo uma busca nas fichas técnicas de vários álbuns da Jovem Guarda, o nome que figura é o de Daniel Salinas, como Sergio Sá encontrei poucos e tudo já na década de 80.
Outro ponto que ajuda na suspeita é de que ambos são pianistas, arranjadores, regentes e inclusive assinam a autoria de algumas composições como parceiros. Porém, nessa minha procura me deparei com um outro álbum de Salinas lançado um ano antes deste aqui e que segue uma linha totalmente distinta. O álbum se chama "Paz, Amor e... Samba", muito bom por sinal, e mais, não lembro agora mas também encontrei um disco em que consta o nome de ambos como arranjadores, se são a mesma pessoa isso soa um tanto estranho, resumindo, tudo o que encontrei me mostra apenas possibilidades bastante suspeitas, nada que se possa afirmar com relação a identidade real de Daniel Salinas.
Bom, mas independente dessa incógnita, o que temos aqui é uma obra prima, um álbum lançado em 1973/74 composto por sete faixas das quais duas são re-leituras e as outras cinco são temas originais.
O lado A do álbum abre com "Like A Rainy Night" de Paul Bryan (Sergio Sá). Já nessa primeira faixa vemos a maestria com que Salinas pensa seus arranjos, tudo muito bem equilibrado e com uma alquimia timbrística perfeita. Fiquem atentos para os solos do Trompete, Flauta e do Piano Rhodes tocado por Sergio Sá, excelentes!!! A canção seguinte é "No Broken Heart", também de Paul Bryan, nessa figuram também na autoria os nomes D.Edwards e M.Davis, o tema é bem meloso mas depois da vigésima ouvida você começa a achá-lo bacana rsrs. Os dois temas seguintes são as 'cerejas do bolo', "Baião" de Sergio Sá e Daniel Salinas carrega o nordeste em si, mais uma vez Sergio Sá da uma esmirilhada com seu solo de Piano Rhodes que complementado com as cordas, os metais, a flauta e a percussão deixa qualquer ouvinte com vontade de ouvi-lá mais e mais.
Mas de todas as faixas contidas no álbum a quarta faixa do volume, e última faixa do Lado A do LP, é sem dúvida alguma a mais fooooda. Salinas e Sergio Sá, a exemplo de Eumir Deodato, também quiseram 'brincar' com a obra de Richard Strauss e compuseram um tema original tendo como base a introdução de 'Assim Falou Zaratustra'. O resultado ficou incrível e lembra muito trilha de filme policial, para reforçar a homenagem nomearam a composição como "Straussmania". Vale chamar a atenção para a batera de Norival, para o Baixo de Willy e para a guitarra de Aristeu, espetaculares!!!
O Lado B do Lp é meio breguinha, mas mesmo assim fenomenal! rsrs. A primeira faixa é uma releitura de "Bridge Over Troubled Water", do Norte-americano Paul Simon, os solos e improvisos de Sergio Sá e do guita Aristeu são excelentes! A faixa seguinte é mais uma composição de Paul Bryan: "A Song For A Helping Hand", Salinas optou por inserir no final dela um coro que canta parte da letra, ou seja, é a única faixa que tem vocal. Finalizando o volume e fechando o Lado B temos a faixa título "Atlantis", composição de Donovan, música que fez bastante sucesso no final da década de 60. Nela mais uma vez Aristeu, 'o homem da guitarra', rouba a cena e faz bonito encerrando assim um dos melhores álbuns brasileiros lançado no início da década de 70. É isso aí! Espero que gostem!
PS* Quando estava terminando esse texto encontrei outra informação a respeito de Daniel Salinas. Em 1976 e 1977 ele gravou dois álbuns como Alice Street Gang, uma parada totalmente disco. Aqui tem um video com uma das faixas : Alice Street Gang . Fiquei curioso para ouvir o resto, tem até o hino do Corinthians no repertório, rsrsrs. Fui!
sábado, 29 de maio de 2010
Rogério Duprat, Gilberto Gil e Capinam - Brasil Ano 2000
Antes de começar o texto sobre o álbum quero deixar aqui meus sinceros agradecimentos ao especialíssimo Chico Arruda que ao saber que eu estava a procura deste álbum entrou em contato e teve a bondade de me enviar uma cópia dessa obra que até então estava perdida no tempo. Valeu mesmo Chico, essa postagem dedico a você!
Agora vamos ao disco:
O elo perdido! A lacuna que existia na discografia tropicalista acaba de ser preenchida!!! "Brasil Ano 2000", é a trilha do filme homônimo lançado em 1969. Os responsáveis pela trilha fazem parte da cúpula tropicalista. Gil, Capinam, Duprat e Caetano Veloso assinam as composições contidas no filme.
20 faixas das quais três são de Gil e Capinam, uma de Caetano Veloso e as 16 restantes levam a assinatura de Duprat. O tempo total do LP dura cerca de 32 minutos e carrega momentos memoráveis. De começo temos Gal Costa interpretando a excelente "Canção Da Moça", de Gil e Capinam, na ficha técnica não diz quem é o violonista que a acompanha, mas tenho quase certeza de que é o proprio Gil que o faz. Seguindo temos duas vinhetas de Duprat e outra canção de Gil e Capinam "Homen de Neandertal", interpretada por Gal e Bruno Ferreira. Mais uma vinheta e caimos no tema chamado "Retreta", tema que caberia em qualquer filme de Fellini sem destoar em nada, Duprat compôs um dobrado que deixaria Nino Rota morrendo de inveja (ah! Se Fellini tivesse ouvido isso! rsrs). Na sequência temos mais 5 vinhetas de tamanhos variáveis e que entre as quais Duprat desfolha citações de Felix Mendelssohn e de G. Rossini e são com elas que finaliza o Lado A do LP.
O Lado B abre com "Show de Me Esqueci", uma espécie de síntese do filme interpretada por Gal , Ênio Golçalves e Bruno Ferreira, nela estão praticamente quase todas as melodias que permeam o filme. O que segue é a composição "Coração", aqui Duprat re-utilizou a base do arranjo orquestral de "Coração Materno" gravado um ano antes para o LP "Tropicália ou Panis Et Circenses" e substituiu o vocal de Caetano Veloso por um solo de clarinete fazendo outra melodia, creio, sem dúvida alguma, que Duprat fez uso dos tapes de "Coração Materno" para o seu 'novo' "Coração" como uma espécie de play back, é curioso ouví-las uma seguida da outra.
Mais quatro vinhetas seguem na continuidade do álbum, duas merecem ser comentadas: "Duelo De Garfo e Faca", me arremete aos experimentos de Walter Smetak com suas propositais desafinações e diálogo entre os instrumentos e "Relógio Do Tempo", que devido a instrumentação escolhida é o tema mais singelo do álbum, impossível não gostar. Mais duas e concluímos o repertório do disco: "Escolha Da Liberdade", novamente Duprat revisita os temas que aparecem no filme e cria nova melodia que vai servir de ponte para o último tema do álbum. "Não Identificado", composição de Caetano Veloso que foi escolhida como canção adicional e que encaixou perfeitamente, não poderia ter sido melhor a escolha. Mais uma vez Gal deixa seu recado concluindo o volume de maneira magistral.
"...Vou andando, vou sonhando, vou sorrindo, seu sorriso sonho antigo em minha dor..."
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Edu Lobo - A Música De Edu Lobo Por Edu Lobo
O ano era 1965, não era exatamente uma estréia em disco, porém, foi como se fosse. "A Música de Edu Lobo Por Edu Lobo" é o primeiro álbum de Edu mas sua estréia em disco se deu de fato em 1963 com um EP(Compacto Duplo) que continha 4 composições bem na onda intimista "O amor, o sorriso e a flor" que a Bossa Nova trazia (achei estranho esse registro ser desconsiderado na discografia apresentada pelo site oficial de Edu Lobo). Fazendo um comparativo entre primeiro EP e primeiro LP vemos uma evolução surpreendente nos dois anos que separam ambos. Aqui temos um Edu bem mais maduro e com tendências evolutivas desenfreadas.
A banda de apoio que Edu chamou para o acompanhar foi o Tamba Trio que era encabeçado pelo genial Luis Eça ao piano, vocal e que foi responsável pelos arranjos do álbum, tinha ainda Bebeto Castilho que cantou, tocou baixo e flauta transversal e Rubens O'Hana que também cantou e tocou bateria. A alquimia perfeita que rolou entre Edu e o Tamba Trio ficou notadamente refletida no resultado final.
No volume temos 12 composições de Edu em parceria com Ruy Guerra, Vinícius de Moraes, Lula Freire e Oduvaldo Vianna Filho. Fazem parte desse repertório inicial de Edu as clássicas: "Borandá", "Chegança", "Arrastão" e "Reza". Meu destaque vai para a excelente "Resolução", composição de Edu que figura entre minhas preferidas dentro da obra 'Lobística', outra genial é "Zambi", música estopim para Edu começar a compor com Gianfrancesco Guarnieri a trilha para a peça "Arena Canta Zumbi" que estreou em maio de 1965.
Eu citei essas mas na real todo o álbum é de extremo bom gosto e da pra ouvir 'de cabo a rabo' sem se cansar, então é isso! Vam'borandá...
"... É vou contar o que há, é tempo de dizer quem sou / Se já cansei de lutar agora quero descansar / Tanto eu esperei para vencer e agora vejo que perder nada mais é do que cansar..."
terça-feira, 11 de maio de 2010
Edu Lobo - Sergio Mendes Presents Lobo
É incrível o que Edu Lobo conseguiu realizar em 1970, dois álbuns com várias canções em comum mas que são totalmente distintos entre si. Tudo bem que não foram realizados pelos mesmos produtores, fato a que se deve parte da façanha, mas de qualquer maneira creio que foi a palavra final de Edu que vigorou, e há de se concordar comigo... Quanto bom gosto!!!
Esse foi um álbum pensado para o mercado internacional e é aí que visualizamos o diferencial impresso por Sergio Mendes que assinou a produção da empreitada, tarefa que deve ter sido extremamente prazerosa e, pelo que constatamos nas palavras de Sergio impressa na contra-capa do álbum, gratificante, motivo de orgulho! E não era pra menos, Edu era da linhagem direta precedente de Tom Jobim, Baden Powell e afins. Aliás, uma coisa que não sei se esta seria a postagem ideal de se comentar, mas que mesmo assim o farei: a meu ver Edu Lobo é junto com Moacir Santos e Baden precursor e também criador dos Afro-Sambas um gênero que ficou diluído no movimento Bossa Nova mas que é bem distinto e genialíssimo, esse é um fato que não vejo ninguém comentar. Mas voltando...
Esse álbum como o postado anteriormente foi gravado em Los Angeles CA em 1970, esse especificamente em Julho daquele ano. Com produção de Sergio Mendes o álbum também contou com instrumentistas do mais alto calibre. Lá estavam novamente o trio Hermeto Pascoal - Piano, Piano Eletrico - Flauta, Airto Moreira - Percussão e Cláudio Slon - Bateria, músicos que gravaram o "Cantiga De Longe", e mais Oscar Castro Neves junto com Edu nos violões/guitarras, Sergio Mendes assumiu junto com Hermeto o Piano e além disso tudo ainda temos um quarteto de cordas, um fagotista (Norman Herzberg) e o vocal de Gracinha Leporace em algumas das faixas. Quer mais? Bom, Edu, Sergio e Hermeto assinam os arranjos, nos três nomes temos a tag de "co-arranger".
O volume é composto por 9 faixas, quase todas escolhidas a dedo, dando um breve panorama da produção de Edu entre 1966 e 1970. Sete delas de autoria de Edu e seus parceiros, uma de Hermeto e a última, totalmente desnecessária a meu ver, é uma releitura de Lennon e McCartney.
A abertura do álbum ficou por conta de "Zanzibar", com um arranjo menos cru que o original, aqui Edu é acompanhado por Gracinha Leporace nos vocais, na mesma linha Edu segue com "Ponteio", música de Edu e Capinam que até então só havia sido lançada em compacto e no álbum do III Festival Da Record, a versão que temos aqui também tem a participação de Gracinha Leporace nos vocais. Fica bem evidente o direcionamento que deram para a concepção dos arranjos se fizermos a comparação com as versões originais, moldaram tudo de maneira magistral para atingir outro mercado. Seguindo temos ainda no Lado A: "Even Now", versão em inglês feita por Paula Stone para "Cantiga De Longe" e "Crystal Illusions" versão em inglês de Lani Hall para "Memórias de Marta Saré".
O Lado B inicia com uma versão excelente de "Casa Forte" seguida de outra parceria de Edu e Capinam lançada originalmente em 1967: "Jangada". Na sequência temos uma composição de Hermeto Pascoal chamada "Sharp Tongue" e mais uma versão em inglês de outra composição que se tornou clássica de Edu e Torquato Neto: "To Say Goodbye", a nossa "Pra Dizer Adeus", a adaptação para o inglês foi obra de Lani Hall. Pra mim o álbum deveria ter acabado aqui, mas não acaba.
Não sei se foi pra encher linguiça, ou por estratégia mercadológica, ou pressão da gravadora, ou sei lá o que, enfim, a última faixa do álbum é uma versão de "Hey Jude", eu particularmente acho essa música uma grande porcaria, rsrs, não sei se é por causa do Roupa Nova ou porque não gosto mesmo, apesar que o arranjo ficou legal, mas puta que o pariu! Tanta música legal dos Beatles pra fazer versão e eles escolhem logo essa! Pior que isso só Ob-la-di Ob-la-dá, rsrsrsrs. Mas tudo bem o resto é realmente genial!!!!
Espero que gostem!!!
"...Ob-la-di Ob-la-dá..." Ooops! "...Era um era dois era cem, Era o mundo chegando e ninguém..."
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Edu Lobo - Cantiga De Longe
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Antonio Pinto - Abril Despedaçado
Quem segue o Sacundin já sabe da minha adoração pela música de Antonio Pinto, acho esse compositor simplesmente genial e de um bom gosto formidável.
A maior parte de sua discografia são trilhas para cinema, duas já constam nos arquivos do Sacundin, sei que faltam muitas, mas hoje aproveito para preencher um pouco dessa falta com a excepcional trilha de "Abril Despedaçado" filme de Walter Salles estrelado por Rodrigo Santoro, José Dumont e mais uma constelação enorme.
Lançado em 2001 o filme teve uma excelente repercussão mundial ganhando o Leão de Ouro no Festival de Veneza e, entre outras indicações, a indicação ao Globo de Ouro em 2002.
A trilha sonora assinada por Antonio é composta por 11 faixas e teve as participações especialíssimas de Siba (instrumentista cabeça do extinto Mestre Ambrósio) , Ed Côrtes e Beto Villares (convidados recorrentes nos trabalhos de Antonio).
Os nomes das faixas estão vinculados a elementos ou momentos importantes/marcantes do filme e todas se complementam magistralmente. Na terceira parte da entrevista linkada abaixo Antonio discorre sobre a concepção da trilha, genial!
Quem se empolgar corra atrás do filme que também vale muito a pena, fui!
sábado, 3 de abril de 2010
Philip Glass - Dance Pieces
Há algumas semanas eu estava dando uma geral nos meus discos e me deparei com esse LP, no ato veio um monte de lembranças legais. Esse foi o pimeiro disco do Philip Glass que comprei isso deve ter sido em 1998/1999 mais ou menos. Lembro que junto com este também adquiri mais dois álbuns do mesmo compositor mas que não me agradaram muito na época e re-ouvindo hoje, ainda não agradam.
Philip Glass é talvez o compositor mais POP do gênero minimalista, gênero ao qual Glass não gosta muito de ser enquadrado. A produção de Philip Glass é intensa fato que gerou como consequência uma discografia gigantesca, segundo o que pude constatar em sua homepage cerca de 152 álbuns levam sua alcunha e como era de se esperar nem tudo é de fato bom de se ouvir.
"Dancepieces" é composto por 8 peças. As 5 primeiras faixas (Danças I, II, V, VIII e IX) que compõem o Lado A do elepê fazem parte de um conjunto de danças intitulado "In The Upper Room", coreografado por Twyla Tharp em 1987.
As outras três peças restantes compõem o Lado B do álbum e foram coreografadas por Jerome Robbins. Duas delas, "Rubric" e "Façades", já tinham sido lançadas anteriormente no álbum "Glassworks" de 1982 e a terceira, "Funeral", faz parte de um outro trabalho de Glass, a ópera "Akhnaten", lançada também em 1987. Aqui o conjunto recebeu o nome de Glasspieces.
Esse juntamente com "Glassworks" de 1982, "Passages" de 1990 e "Águas Da Amazônia" de 2006 estão entre meus álbuns preferidos de Philip Glass.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Ufaaa!!!! Acho que foi pegadinha! rsrs

Acho que foi alguma coisa temporária, fui dar uma olhada e está tudo certo, eu já tinha subido 20 arquivos rsrsrs.
Me desesperei a toa, na verdade não me desesperei, só tive uma constatação precipitada da situação. De qualquer forma meu muitíssimo obrigado pelas mensagens de apoio e pelos avisos de que já estava tudo em ordem!
Aliás, quero deixar meus agradecimentos pro George que deu a dica de uma opção que achei bem bacana, o link é o que segue:
Ele te da a opção de subir até 10 arquivos simultâneamente os quais estarão disponíveis em 8 hospedeiros distintos. Genial!!! Acho que o SHAREBEE vai dançar rsrsrs. Bom por hora é isso, mais uma vez meus sinceros agradecimentos a todos, valeu mesmo, e como não poderia deixar de dizer...
quarta-feira, 24 de março de 2010
Acho que aconteceu o que eu temia!
Olá meus queridos visitantes (e amigos) do Sacundin! Espero estar redondamente enganado mas ainda a pouco tentei acessar o hospedeiro WWW.SHAREBEE.COM e para minha surpresa o Google não localizou o site, fui dar uma checada nos links e... para minha surpresa o Google não conseguiu acessar nenhum! A mensagem mostrada é a de que a página não pode ser localizada, minha suspeita: Tiraram o SHAREBEE do ar! Ou algo do tipo aconteceu.
Bom todo esse rodeio é para dizer que praticamente todos os links contidos no Sacundin não mais existem (minha escolha pelo SHAREBEE era pela gama de opções que ele fornecia pois de uma só vez ele subia seu arquivo para 4/5 lugares diferentes). Terei de reupar todos os arquivos novamente, desde a primeira postagem! Trampo para caraaaaaaaaaaaaaleo!!!! Me fodi rsrsrsrsrs.
Meu pedido é o seguinte: Sejam pacientes e na medida que precisarem de algum álbum com urgência deixem comentário na postagem para que assim eu priorize os pedidos, ainda não sei qual hospedeiro usarei, acho que vou optar pelo Megaupload mas estou aberto a sugestões, acho que é isso. Apesar dos pesares e dos boicotes indiretos...
Vamo que vamo que o som não pode parar!!!!!!
Marcel Cruz